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2 de novembro de 2009

José Marcos

Mitos e verdades sobre hidratação dos cabelos

Mitos e verdades sobre hidratação dos cabelos
O cabeleireiro Marcos Vianna responde a dúvidas sobre o assunto.
Quando utilizamos sempre o mesmo tipo de máscara hidratante, o cabelo vicia? Como driblar esse problema?
Para o cabelo não viciar com o produto, é necessário usar um produto dentro de um pH balanceado para o cabelo humano, e com as devidas técnicas adequadas de lavagem e hidratação. O potencial de hidrogênio - pH - é a escala que defini a acidez e a alcalinidade de produtos e do cabelo, sendo que o pH do cabelo está na faixa 5.0 nesta escala. Bons produtos se preocupam em definir o seu pH dentro desta faixa, expondo e especificando no seu próprio rótulo. Quando um produto está fora desta faixa de pH ele surte determinado efeito, porém com o tempo desestabiliza o pH do cabelo e do couro cabeludo, daí a sensação que o produto não está fazendo mais efeito. Outro aspecto que interfere é a técnica de lavagem e aplicação dos produtos que deve ser apropriada, sem excessos e enxaguando devidamente os cabelos quaisquer que seja o processo (shampoo ou condicionador, máscara hidratante).

Fazer hidratação caseira (com máscara hidratante) funciona?
Sim, desde que a cliente siga corretamente a orientação de um bom profissional, capacitado, quanto ao produto indicado e maneira de usá-lo. Produtos comprados em perfumarias, farmácias, mercados sem uma boa orientação nem sempre trazem bons resultados, até porque para potencializar o efeito os salões dispõem de recursos e equipamento especializado para isso. O ideal é consultar o profissional que irá recomendar os melhores produtos para hidratar os fios em casa.

De quanto em quanto tempo deve-se hidratar os fios em casa? E no salão?
Todo cabelo requer hidratação. Uma vez por semana, uma hidratação leve em casa, para um cabelo saudável, é bacana! Para cabelos danificados só hidratar não resolve, e requer uma reconstrução, que é um tratamento mais profundo que repõe a queratina - que é o principal aminoácido de formação do fio de cabelo - além de anti-oxidantes, ácido-graxos essenciais e hidratantes botânicos. Num tratamento mais profundo, como a reconstrução, o ideal é começar o tratamento no salão uma vez por semana. Conforme o cabelo se recupera o intervalo irá aumentar para a cada dez, quinze e trinta dias. É fundamental usar um shampoo, condicionador e leave-in específicos para manutenção e otimização do tratamento.

Posso trocar o condicionador pelo creme hidratante?
Sim, para determinados casos, e dependendo da qualidade do produto. Existem cabelos que precisam de um condicionamento mais hidratante. Para cabelos mais oleosos com o pH mais ácido, um condicionador específico é o suficiente. Para um cabelo mais poroso, quebradiço e com um pH mais alcalino a substituição é adequada e inclusive recomendada, trocando o condicionador por um hidratante.

Abacate e Babosa hidratam realmente os fios? Por quê? Como usá-los?
Hidratam realmente, mas não reconstroem ou reestruturam. Abacate e babosa contêm lipídios e hidratantes muito usados na formulação química de diversos produtos capilares. Para um cabelo saudável, levemente ressecado, surtem algum resultado, se usados da seguinte forma: extraindo o sumo da babosa e misturando ao creme do abacate, e imediatamente usados para evitar a oxidação. É possível adicionar alguma essência para melhorar o perfume. Mas para fios porosos, quebradiços e com pH mais alcalino é necessário aplicar queratina extraída de cabelo humano com um peso molecular apropriado, além de anti-oxidantes.

Hidratar os fios é a mesma coisa que repor seus nutrientes?
Até certo ponto sim; é feita a reposição dos emolientes que hidratam os fios, mas não se fixam por ausência da queratina, já a reconstrução efetivamente repõe os nutrientes.

Quanto mais tempo o hidratante ficar no cabelo, melhor será o resultado?
Não. Até uma hora é o tempo máximo para um bom hidratante atuar no cabelo, e depois disso não fará mais efeito. É importante a eficiente lavagem, aplicação e distribuição do produto, o enxágüe com água não muito quente e o secar com a toalha não agredindo o cabelo esfregando-o, mas sim apertando e apalpando o cabelo.

A química desidrata o fio?
Principalmente se for uma química de má qualidade. Nem todas as formulações químicas tem protocolos para proteger e tratar os fios, diferentemente das formulações feitas em salão, específicas para profissionais, que garantem total controle do processo. Conforme o caso os profissionais sugerem processos químicos como luzes, balayages e outros para fios oleosos, que podem embelezar o cabelo ao mesmo tempo que equilibram, removendo o excesso de oleosidade como resultado do processo químico de coloração.

Aplicar o creme na raiz do cabelo prejudica os fios?
Sim, em sua maioria, sendo a exceção os couros cabeludos ressecados. Não se deve aplicar creme na raiz do cabelo, principalmente durante o outono/inverno, onde os distúrbios do couro cabeludo são mais freqüentes. Cremes com alta concentração de emolientes químicos, que são encontrados em produtos de qualidade inferior, para barateá-los, desestabilizam o pH do couro cabeludo, estimulando a queda e a seborréia. Quanto ao fio de cabelo em si, cremes com alta concentração de emolientes químicos podem causar abertura das cutículas do fio, o que com o tempo causa o efeito inverso, ressecando ainda mais os cabelos, e até deixando-os quebradiços.

Toalha ou touca potencializam a hidratação?
Particularmente não recomendo toalhas quentes e úmidas para potencializar uma hidratação pois podem remover o produto aplicado. E melhor usar uma touca térmica (não elétrica), que trabalha com o próprio calor da cabeça da pessoa, o que é o suficiente para potencializar bem a hidratação.

Marcos Vianna
Fonte: Beleza Estetica.com

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José Marcos

Condicionadores

Condicionadores
Gennaro Preite responde a dúvidas sobre condicionadores.
Qual a função do condicionador?
É de condicionar os cabelos, dando maciez aos fios para desembaraçar e pentear.
Há diferença entre recondicionador e condicionador?
Sim, o condicionador não tem função hidratante. Já o recondicionador serve para dar uma leve recuperação durante sua aplicação.
Qual a forma correta de aplicar o condicionador?
Um pouco nas mãos e aplicar nas pontas, evitando a raiz.
Pode usar o condicionador como hidratante e deixá-lo por 15 minutos ou mais?
Não. O produto não tem eficácia.
Após a hidratação, há necessidade de passar condicionador? Por que?
Sim, porque o hidratante nem sempre faz a função do condicionador que é desembaraçar os cabelos.
O fio se acostuma com o condicionador? Há a necessidade mudá-lo de quanto em quanto tempo?
Não existem provas disso, da mesma forma que o shampoo oferece uma lavagem de igual em todas às vezes que o usa, o condicionador tem a mesma atuação.
Qual a diferença entre condicionador para adulto e o infantil?
A diferença está em seu poder condicionante, pois produtos para o adulto são mais eficazes em suas funções, enquanto que os condicionadores infantis não possuem substâncias tão emolientes.

Gennaro Preite
Fonte: Beleza Estetica.com

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José Marcos

A incontinência urinária é um tabu?


- Você tem perda de urina quando faz esforço?

- Tem vergonha de falar sobre perda de urina?

- Acha que perde urina devido a velhice?

- A perda de urina modificou sua atividade e sensualidade?

- Tem dúvida sobre o tratamento?

- Não sabe com quem falar sobre a perda de urina?

As respostas você vai encontrar lendo o texto da Dra. Paula Portella

A incontinência urinária é definida como qualquer perda involuntária de urina, que pode ocorrer em várias situações como, por exemplo, durante o esforço físico (tossir, rir, dançar, etc.), durante a relação sexual, ou acompanhada por um desejo súbito e incontrolável de urinar. Muitas mulheres também apresentam dificuldade de dormir porque são interrompidas durante o sono com o desejo de urinar. Quando a quantidade e a freqüência dessas perdas de urina aumentam, a mulher tenta evitar constrangimentos. Com isso, passa a utilizar absorventes e controlar a quantidade de liquido que bebe. Além disso, vai ao banheiro com mais freqüência para evitar a perda involuntária de urina. Conseqüentemente, cria a expectativa de ser um problema passageiro. Com o agravamento dos sintomas ocorre uma diminuição significativa da qualidade de vida, do convívio social e muitas vezes provoca o isolamento e depressão.

A incontinência urinária atinge principalmente as mulheres, na proporção de dois para um, em relação aos homens. Fatores como a gravidez, parto, menopausa e a própria anatomia feminina favorecem essa diferença.

No Brasil, estima-se que aproximadamente seis milhões de mulheres sofram desse problema.

Nos dias atuais, vemos que a mulher tem uma participação crescente no mercado de trabalho. Apesar da modernidade dos novos tempos, os problemas urinários da mulher, ainda são encarados erradamente pela sociedade, como sendo parte de um processo natural de envelhecimento. Esse fato, muitas vezes inibe a mulher de falar que esta tendo perda de urina, por isso, não procura o atendimento médico. Entretanto, a incontinência urinária é muito freqüente. Para se ter uma idéia, a incidência é de 15% em qualquer idade e vai aumentando progressivamente até atingir de 30 a 60% no período da menopausa. As causas podem variar de acordo com a idade desde alterações neurológicas e diabetes, até o uso de alguns medicamentos que provocam o descontrole do sistema urinário.

Para o adequado funcionamento do trato urinário inferior da mulher, a uretra e a bexiga devem atuar de forma coordenada. Assim, na fase de enchimento a bexiga permanece relaxada e a musculatura uretral contraída, sendo o inverso na micção. Quando esse mecanismo se altera ocorre o descontrole do sistema urinário.

Existem várias formas de incontinência urinária:

1. Incontinência Urinária de Esforço: quando a perda involuntária de urina acontece durante o esforço físico. É o tipo de incontinência mais freqüente na população em geral.

2. Incontinência Urinária por Urgência (urge-incontinência): É conseqüência de uma contração involuntária e incontrolável da bexiga. Normalmente a bexiga se mantém relaxada durante a fase de enchimento e quando está cheia a mulher sente o desejo normal de urinar. Nesse tipo de incontinência a perda de urina ocorre acompanhada ou imediatamente precedida por um desejo incontrolável de urinar que não permite aguardar o momento adequado para urinar. É mais freqüente na pós-menopausa.

3. Incontinência Mista: é quando a mulher apresenta perda ao esforço e perda por urgência.

4. Incontinência por transbordamento: Nesse caso a bexiga apresenta uma capacidade muito grande (anormal) de reter a urina, até o momento em que a perda acontece por transbordamento do excesso de urina dentro da bexiga. Nessa situação como a bexiga está extremamente cheia a perda também pode ocorrer durante o esforço físico, confundindo com os sintomas da incontinência urinária de esforço acima descrita. As causas mais comuns são as lesões neurológicas e diabetes.

5. Outros tipos de Incontinência são caracterizados de acordo com a situação que ocorre a perda.

6. Alguns distúrbios podem aparecer devido a um descontrole do sistema urinário e que também devem ser investigados como:

► Perda de urina na cama, durante o sono.

► Necessidade de acordar durante a madrugada para urinar.

► Perda de urina sem perceber.

► Micções muito freqüentes durante o dia

► Perda contínua de urina.

Durante a gravidez e no trabalho de parto, podem surgir sintomas urinários que normalmente desaparecem nos primeiros seis meses após o parto. Esses problemas ocorrem devido a vários fatores, entre eles o aumento de peso, a mudança na posição da uretra e da bexiga e quando o trabalho de parto é prolongado e difícil. Caso os sintomas persistam após os seis meses após o parto é recomendável procurar assistência médica especializada.

Na menopausa, as alterações hormonais, a diminuição do colágeno e o enfraquecimento da musculatura pélvica, favorecem o aparecimento da incontinência urinária. No entanto, ela não deve ser aceita como um processo natural, porque na maioria dos casos é possível o tratamento adequado. Além disso, nessa fase a mulher merece atenção especial porque outros problemas podem estar associados. Por exemplo, doenças crônicas, uso mais freqüentes de medicações e maior freqüência de infecções urinárias. Todos esses problemas também podem interferir no bom funcionamento do sistema urinário.

O avanço da medicina continua e novos métodos diagnóstico, terapêuticos e preventivos, proporcionam melhora na qualidade de vida das mulheres com alterações urinárias.

A primeira etapa é uma avaliação médica criteriosa é feita através do ginecologista ou do urologista com a solicitação do exame de urina (EAS e Urinocultura). Nesse momento, o especialista também poderá avaliar alterações concomitantes, como por exemplo, a queda da bexiga, do útero, do reto e também a perda involuntária de fezes ou gases.

O exame urodinâmico é um exame complementar de fundamental importância que tem como objetivo reproduzir as queixas urinárias e analisar o tipo de incontinência urinária de cada paciente. Este exame é realizado através de um equipamento computadorizado que proporciona maior conforto e precisão diagnóstica. Ele avalia o enchimento e esvaziamento da bexiga, além da sensibilidade, capacidade máxima da bexiga e permite documentar a perda de urina e outros dados. É um exame indolor e bem tolerado pela paciente.

Com a confirmação diagnóstica através da urodinâmica associada à história clínica da paciente e com o exame físico, o médico poderá direcionar o tratamento de cada paciente. Na atualidade, grande parte das incontinências urinárias por esforço pode ser tratada com cirurgia. As novas técnicas minimamente invasivas, através de faixas sintéticas que se colocam abaixo da uretra por via vaginal, permitem melhor recuperação no pós-operatório. Entretanto, nem todos os tipos de incontinência podem ser tratados através de cirurgias. Existem outros tratamentos como a fisioterapia especializada e medicamentos específicos, que também apresentam bons resultados de cura.

Alguns hábitos podem ajudar na prevenção da incontinência urinária como:
► Evitar longos períodos sem urinar.

► Exercícios para fortalecer a musculatura pélvica que sustenta a bexiga e a uretra, especialmente na fase da gestação e após o parto (com prescrição e orientação médica).

► Procurar acompanhamento médico durante a gravidez e seguir as orientações médicas durante o trabalho de parto.

► Procurar assistência médica durante o período do climatério (fase em que ocorre diminuição dos hormônios femininos).

“A incontinência urinária deve ser bem investigada e tratada adequadamente permitindo que a mulher mantenha sua qualidade de vida em qualquer idade".

Dra. Paula Portella
Fonte: Mulher Saúde

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José Marcos

Mudanças no corpo, transição, puberdade... Como ocorre o desenvolvimento no adolescente?


A adolescência é definida como a fase de transição entre a infância e a idade adulta, uma passagem que pode durar até dez anos (dez aos vinte anos). A puberdade refere-se a um conjunto de modificações biológicas que vão resultar no desenvolvimento da capacidade reprodutora. Ela pode variar de indivíduo para indivíduo, quanto à idade de seu início e velocidade das mudanças, segundo influência de fatores hereditários, nutricionais, e pré-existência de doenças crônicas tais como asma, diabetes, doenças gastrintestinais, renais, cardíacas etc.

A puberdade feminina ocorre um pouco mais cedo do que a dos meninos, embora dure um pouco mais. O quadril alarga, começa a aparecer o broto mamário, que pode ser uni ou bilateral, e dos primeiros pêlos pubianos. Geralmente isto se dá por volta dos onze anos (podendo variar entre 8 e 13 anos). Após esse início de desenvolvimento das mamas, acontece o aumento da estatura, conhecido com estirão puberal e logo após a todas essas mudanças, uns seis meses depois, costuma ocorrer a primeira menstruação (menarca). – Essas mudanças antes da menarca, nada mais é que um preparo que leva em torno de dois anos, para que a menina vá se acostumando com as transformações em seu corpo.

Problemas de mama na puberdade - no início da puberdade, uma mama pode começar seu desenvolvimento um pouco antes que a outra, mas ao longo do tempo a tendência é que as duas fiquem mais parecidas em tamanho. Mas é comum que mulheres adultas tenham seios ligeiramente desiguais, o quase sempre imperceptível. Se aparecer uma massa palpável nos seios durante o crescimento, geralmente são cistos, mas esse pode ser o momento da primeira consulta ao ginecologista. Câncer de mama é bastante raro nesta faixa etária.

Corrimento ou secreção vaginal - Nesta fase da vida é comum à presença de secreção fina, clara ou leitosa, sem coceira ou mau odor, provocada pela ação dos hormônios estrogênios na mucosa uterina, um pouco antes da menstruação. Maus hábitos de higiene após urinar ou evacuar, ou o uso de roupas muito apertadas, podem levar à mudança das características desta secreção, com contaminação por bactérias presentes nas fezes. É bom lembrar que algumas doenças sexualmente transmissíveis também se manifestam através de secreção vaginal anormal, de aspecto amarelado, em maior volume, com mau cheiro ou com coceira.

Irregularidade menstrual - Após a menarca, os ciclos menstruais são geralmente irregulares (intervalo e duração do fluxo menstrual), podendo se prolongar além de um ano, Estes ciclos irregulares são geralmente anovulatórios, ou seja, ocorrem em geral sem ovulação. Entretanto, algumas adolescentes podem ovular desde o seu primeiro ciclo menstrual.

Ausência de menstruação - É considerada um problema médico quando a menstruação ainda não apareceu até a idade de dezesseis anos que já tem seios ou até quatorze anos sem sinais de desenvolvimento das mamas. Durante o primeiro ano após a menarca é comum as menstruações ficarem irregulares. Outros fatores de ausência das menstruações podem estar relacionados à prática de atividade física em excesso, obesidade, deficiências nutricionais, stress (questões familiares, problemas na escola ou com o grupo social), uso de alguns tipos de medicamentos, inclusive anticoncepcionais orais, presença de hímen imperfurado, sem o orifício normal que permite a passagem do fluxo menstrual, algumas doenças crônicas e, finalmente, gravidez.

Alterações do sangramento uterino – A duração dos ciclos menstruais normais variam entre 21 e 35 dias, contados desde o primeiro dia de menstruação até o dia que antecede a próxima menstruação. O fluxo geralmente é de no máximo sete dias. Geralmente o sangramento excessivo é acompanhado por ciclos sem ovulação, e causado por distúrbios hormonais.

Cólicas menstruais - Cerca de 65% das adolescentes se queixam de cólicas nos primeiros três dias da menstruação. Geralmente não há uma doença associada a esta condição, embora isto seja possível, como nos casos de anormalidades anatômicas, tumores benignos e a endometriose, que é a presença anormal de tecido uterino fora do útero. Fatores psicológicos ou emocionais podem estar relacionados a este problema.

Ginecomastia - Este nome complicado é sinônimo do aumento do tamanho das mamas em meninos. Embora seja muitas vezes motivo de piada e de comportamentos anti-sociais, é bastante comum (50-60% dos meninos no início da adolescência), costuma desaparecer sozinha ao longo do período de crescimento. Não se conhece muito bem a causa da ginecomastia, embora se saiba que uma minoria de casos está relacionada a algumas doenças renais, hepáticas, glandulares (tireóide), e ao uso de alguns medicamentos ou drogas. A prática regular de natação ou de musculação com prévio aconselhamento médico pode ajudar, pois desenvolve a musculatura peitoral e "disfarça" o problema. Numa minoria de casos pode ser necessária a administração de um medicamento para controlar a ginecomastia, bem como também a cirurgia plástica.

Puberdade precoce - É considerada quando os primeiros sinais de maturação sexual ocorrem antes dos nove anos em meninos e antes dos oito anos em meninas. Existem muitas causas para tais alterações, que devem ser cuidadosamente investigadas pelos médicos especialistas (endocrinologistas, geneticistas etc). É muito importante os pais acompanharem o crescimento e o desenvolvimento do adolescente com regularidade para que eventuais problemas possam ser identificados e tratados no momento certo.

Dr. José Alexandre Portinho
Fonte: Mulher Saúde

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Nos últimos anos o avanço da medicina tem proporcionado melhoria constante da qualidade de vida das pessoas. Vários métodos de investigação de doenças foram descobertos possibilitando o diagnóstico de lesões iniciais que quando tratadas imediatamente impedem a progressão e oferecem cura completa.

Segundo José Alexandre Portinho, o sangramento uterino anormal é uma queixa muito freqüente no consultório de Ginecologia. “O excesso de menstruação, além de causar incômodo, pode levar a um quadro de anemia crônica, que por sua vez pode causar cansaço, fadiga e desânimo”, alerta o especialista.

Até a alguns anos, o diagnóstico da causa do sangramento uterino era feito de forma indireta, pois não havia a possibilidade de se investigar com visão direta a cavidade uterina. Ainda hoje, alguns utilizam à curetagem uterina, procedimento que necessita de anestesia em centro cirúrgico para ser realizada. Existe ainda o inconveniente de ser feita às cegas, sendo que algumas pequenas lesões (inclusive o câncer) podem passar despercebidas.

A Videohisteroscopia é um método avançado e bastante aprimorado que serve para investigação e tratamento de lesões do útero. Quando utilizado para investigação de lesões uterinas é chamado de videohisteroscopia diagnóstica. Para a realização desse procedimento é necessário uso de ótica com iluminação acoplada a microcâmera, além de instrumental específico para detectar as alterações da cavidade do útero. Portanto, através desse exame que é realizado por via vaginal, visualizamos toda a cavidade uterina a procura de lesões nas fases iniciais, cujo tratamento aumenta a possibilidade de cura.

Devido à espessura do instrumental, a videohisteroscopia pode ser realizada em nível de consultório sem necessidade de anestesia local em praticamente todos os casos. Com esta técnica, pode-se avaliar precisamente onde se encontra a lesão, dirigindo-se a biopsia (sob visão) para local mais apropriado. Deste modo, até pequenas lesões, que dificilmente seriam reconhecidas pelos métodos indiretos, podem ser identificadas e biopsiadas. Algumas lesões, quando bem pequenas, às vezes são retiradas na biópsia durante a videohisteroscopia diagnóstica.
Com esse método no diagnóstico do sangramento uterino anormal, tivemos também a oportunidade de avançar no tratamento das lesões que provocam este tipo de queixa. Os miomas e os pólipos são os principais responsáveis pelo sangramento uterino excessivo na pré-menopausa. A videohisteroscopia operatória, realizada em centro cirúrgico, permite a retirada completa dessas lesões na maioria das situações.

Recentemente, surgiu o ressectoscópio bipolar, que permite fazer a cirurgia usando soro fisiológico. Com isso, a cirurgia que tem baixa taxa de complicações, ficou ainda mais segura.

Em muitos casos de sangramento uterino anormal, a videohisteroscopia comprova que a cavidade uterina encontra-se completamente normal. Nesta situação, quando a ultra-sonografia encontra útero de tamanho normal, pode-se concluir que a paciente apresenta uma hemorragia sem lesão aparente. A hemorragia pode ser tão intensa (mesmo com uso de hormônios) que alguns médicos indicam a histerectomia. Esta cirurgia está associada com uma morbidade considerável, incluindo infecções pélvicas e de parede abdominal, lesões de bexiga e ureter. Existe ainda o aspecto psicológico negativo da retirada do útero (pode atingir a esfera sexual) e a possibilidade de alterar a estática pélvica, favorecendo o surgimento de prolapsos. As pacientes que se encontram nessa situação podem se beneficiar da ablação do endométrio. Essa é uma cirurgia videohisteroscópica que tem como objetivo destruir a camada interna do útero. Esse procedimento cirúrgico demora aproximadamente 20 minutos e a mulher pode ter alta no mesmo dia. Mesmo sendo uma cirurgia pouco invasiva, ela oferece a cura do excesso de sangramento em cerca de 85% das pacientes, evitando-se a histerectomia.

Dr. José Alexandre Portinho
Fonte: Mulher Saúde

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José Marcos

Dor no ato sexual na mulher pode causar separação

A dor na relação sexual pode aos poucos, acabar com o casamento. Parceiros com esse tipo de problema podem ser compreensivos durante um período, mas na grande maioria das vezes, as conseqüências com o passar do tempo são maiores, levando até a separação do casal.

Aproximadamente 30% das mulheres na menopausa se queixam de dor na relação sexual. Nessa fase da vida algumas mulheres começam a apresentar ressecamento vaginal. Esse problema ocorre devido a modificações hormonais no organismo. O hormônio estrogênio que é produzido pelos ovários é responsável pela lubrificação adequada da vagina. Durante a menopausa a produção do estrogênio vai diminuindo progressivamente, levando a interrupção das menstruações e ao ressecamento vaginal que causa dor nas relações sexuais. Transtorno como esse poderia ser evitado, se as mulheres fossem mais informadas a respeito das modificações que ocorrem normalmente no seu organismo durante a sua vida e usar um tratamento adequado como cremes com pequena quantidade de estrogênio.

Em muitos casos, a ação mais vigorosa do parceiro com penetração rápida no início do ato sexual pode causar dor, isso devido ao fato da vagina ainda não estar suficientemente lubrificada. Algumas mulheres podem apresentar dor, não durante a relação, mas após o término do ato sexual. Isto pode ser devido a pequenas contrações uterinas. Para mulheres com esse problema existem medicações que devem ser ingeridas antes das relações para bloquear a dor dessas contrações uterinas.

Algumas mulheres descrevem que a dor aparece durante a ejaculação do parceiro, levando a uma sensação desagradável de queimação intensa tornando a vagina e a vulva avermelhadas. Essa condição ocorre porque essas mulheres apresentam alergia ao sêmem.

As infecções vaginais podem causar irritação local, corrimento e desconforto durante o ato sexual. Mulheres com herpes não devem ter relações no período que apresenta as lesões nos órgãos genitais externos. Porém, muitas vezes essas lesões podem causar dor e não serem identificadas pela mulher.

Mulheres que iniciaram relação sexual recentemente podem apresentar dor por ruptura incompleta do hímem.

Outro problema é o vaginismo, em que os músculos da vagina contraem involuntariamente, tornando a penetração extremamente dolorosa ou impossível. Isto pode ser uma resposta do subconsciente a uma relação sexual anterior com dor, onde o corpo tenta se proteger fechando a vagina. O vaginismo também pode ocorrer devido a trauma por abuso sexual.

Provavelmente a causa mais comum de dor nas relações seja devido a penetração profunda do pênis. Esse tipo de dor pode aparecer dependendo da posição usada durante o ato da relação sexual. Existe uma condição ocasionada pelo relaxamento dos tecidos do períneo, levando a queda do útero chamada prolápso uterino, que também pode causar dor. Pela mesma razão a dor na relação pode ocorrer devido a queda da bexiga, que pode inclusive levar a perda de urina aos esforços durante o ato sexual. Além disso, outras condições podem causar dor, como cistos de ovário, miomas uterinos e endometriose.

O sexo deve ser prazeroso, e a presença de dor indica que alguma coisa está errada. A mulher com queixa de dor nas relações sexuais deve estar consciente da necessidade de procurar um médico o quanto antes para fazer o tratamento e evitar o agravamento do problema.

Dr. José Alexandre Portinho
Fonte: Mulher Saúde

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José Marcos

Está na hora!

Saiba como orientar sua filha para a primeira visita ao ginecologista e ajudá-la a encarar com segurança e tranqüilidade essa nova fase de conhecimentos e cuidados.

Ao prestar atenção no desenvolvimento de sua filha, você nota, claro, os primeiros e inequívocos sinais da puberdade, como o crescimento rápido e o aparecimento das mamas. É essa a hora ideal para levá-la ao ginecologista e preparar a travessia da infância para a vida adulta.

O ginecologista José Alexandre Portinho, Mestrado e Doutorado em Ginecologia pela UFRJ, enfatiza que isso deve ser feito antes mesmo de a adolescente menstruar. “Uma ação educativa que prepare para a menstruação, o desenvolvimento físico e emocional, ajuda a adolescente a entender de um jeito muito natural essa etapa do seu desenvolvimento”.

Um profissional bem preparado na certa irá recebê-la de forma acolhedora, mas a adolescente só vai se abrir de verdade e contar o que sente se estiver à vontade. “Não se deve prestar atenção apenas nos sinais físicos da puberdade”, ressalta Portinho, “mas também nas emoções, nas dúvidas, nas preocupações com o novo corpo que vai amadurecendo. É nessa fase que a menina constrói a auto-imagem que, se for positiva, leva à melhora da auto-estima”.

Você pode ajudar a fazer dessa primeira visita ao ginecologista uma experiência positiva se for amiga de sua filha e estiver disposta ao diálogo. “Uma boa conversa é o caminho, fundamental em todas as relações humanas, entre mãe e filha, então, nem se fala. Lembre-se, é preciso saber respeitar a privacidade da adolescente e deixá-la à vontade para conversar com o médico”, orienta.

Segundo o Dr. Portinho, a idade média da primeira menstruação está em torno de 12 anos e uma boa abordagem através de conversa com o ginecologista, pode ajudar a reduzir uma gravidez na adolescência indesejada além das doenças sexualmente transmissíveis. “A adolescente precisa estabelecer vínculos de confiança para se cuidar. Só informação não basta. Por isso é importante que a mãe pergunte à filha se prefere ir ao seu ginecologista ou prefere outro. Deixar a menina à vontade para decidir se será um médico ou uma médica. Isso trará mais segurança”, explica.

A primeira consulta pode se limitar a uma conversa que prepare psicologicamente a menina para um futuro exame. “O mais importante é o médico não constranger a paciente, caso contrário acabará criando um trauma capaz de repercutir pelo resto da vida”, esclarece o especialista.

PARA SE LIGAR

► A partir dos 8 anos podem surgir os primeiros sinais da puberdade nas garotas.
► As mamas e os primeiros pêlos despontam. Em geral a menstruação acontece de dois a três anos depois. Mamas desenvolvidas e pelos sinalizam que a qualquer momento sua filha pode menstruar.
► Muitas vezes o suor se modifica. A própria menina nota que cheira diferente ou normalmente a mãe sente isso.
► Ela começa a crescer rapidamente. E o início do famoso estirão, fácil de observar pelas roupas que perde num piscar de olhos.
► Se mamas e pêlos surgem antes dos 8 anos, pode ser caso de puberdade precoce. Mas, se esses sinais só derem as caras depois dos 14, é preciso investigar as causas com o ginecologista.

Dr. José Alexandre Portinho
Fonte: Mulher Saúde

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José Marcos

Os cuidados da mulher dos 20 aos 70 anos

Desde que a mulher nasce ela passa por profundas transformações, físicas e emocionais. Cada fase passa por necessidades específicas. Por isso, aprender a ouvir o próprio corpo e adotar hábitos comportamentais saudáveis é que farão a grande diferença para um viver mais e melhor.

Cuidados aos 20 anos – Este é um excelente período para adquirir hábitos saudáveis para a vida inteira. Aprenda há dividir o tempo para conciliar estudo, diversão e atividade profissional. Assim você evita o stress e fica mais satisfeita com os resultados. Nessa etapa, procure um ginecologista de confiança, marque uma consulta para escolher o anticoncepcional que mais se adapte a você para prevenir uma gravidez indesejada. Esta é a época em que a produção hormonal é intensa, o que aumenta os riscos. Não deixe sintomas genitais sem tratamento. As estatísticas mostram que, aos 24 anos, uma em cada três pessoas com vida sexual ativa tem alguma doença sexualmente transmissível. Vacine-se contra a hepatite B, sexualmente transmissível. É nessa época também que o organismo responde rápido a dietas e exercícios. Boa hora para perder peso e entrar em forma, definir a musculatura e praticar uma atividade física com regularidade. Aprenda a fazer uma refeição balanceada para prevenir a obesidade e suas conseqüências. Nunca durma sem limpar, hidratar e tonificar a pele. Isso conserva a elasticidade por mais tempo, além de proporcionar uma boa lubrificação e maciez. Comece a fazer o auto-exame das mamas dois a três dias depois do final da menstruação. Nessa idade, a tendência é sentar de qualquer jeito ou se esparramar no sofá para estudar, trabalhar ou ver TV. Isso cria hábitos errados e de postura que acabam comprometendo a coluna. Poupe-a desde cedo, mantendo as costas retas e bem apoiadas.

Cuidados aos 30 anos – Nessa faixa de idade, a mulher precisa de muita energia e de alternativas para descarregar as pressões do dia-a-dia. É a época de batalhar pela ascensão profissional, de se dividir mais intensamente entre os cuidados com a família e o trabalho. A prática de exercícios pode dar chance à mulher nessa faixa etária de não desenvolver doenças relacionadas com os fatores hereditários, como diabetes, pressão e colesterol altos. É também a época de já começar a prevenir a osteoporose, tomando, pelo menos, 10 minutos de sol por dia, para fixar e ativar a vitamina D, responsável pela absorção do cálcio. A partir dos 30 anos a mulher deve começar a medir com mais assiduidade, os seus níveis de colesterol, triglicerídeos, hormônios e glicose, principalmente, se há diabéticos entre os familiares mais próximos. A visita anual ao ginecologista é indispensável. Mais atenção às mamas. Exija de seu médico um exame completo.

Cuidados aos 40 anos – Costuma ser a fase em que a mulher está mais estabilizada profissional e emocionalmente. Mas pode ocorrer o contrário, se o climatério começar a se manifestar através das irregularidades menstruais. É a época em que o processo de envelhecimento se anuncia com mais nitidez. Mantenha-se com o peso saudável para reduzir chances de diabetes e doenças cardiovasculares. É hora de saber tudo sobre a Terapia de Reposição Hormonal. A tendência é engordar, quase sempre de maneira desigual. É a época dos “pneus” da cintura e quadris, típicos da mulher que entrou na menopausa. Não se descuide. Caminhe, pedale, faça exercícios para diminuir depósitos de gordura nas regiões mais críticas como: tronco, quadris e coxas. Beba muito líquido para facilitar a drenagem das toxinas que fatalmente, irão se transformar na indesejável e difícil celulite. Como em qualquer idade, evite ao máximo comidas gordurosas. Prefira as formas light ou diet. Redobre os cuidados com os ossos, ingerindo iogurte e alimentos ricos em ferro, para prevenir, respectivamente, a osteoporose e a anemia. Reduza também o consumo de refrigerantes e bebidas alcoólicas. Acostume-se a sair de casa com filtro solar. Dê preferência aos cremes que tenham ácidos glicólicos, hialurônico, colágeno, elastina e vitamina C em sua fórmula. O teste ergométrico deve fazer parte de sua rotina anual. Ele é que revelará se o seu coração está bem ou se há necessidade de outros exames complementares, como o eletrocardiograma de esforço, para diagnosticar arritmias cardíacas e obstruções nas artérias. É tempo de densitometria óssea para detectar a osteoporose. Um bom médico não deixará de pedir a mamografia, principalmente às que já fazem reposição hormonal.

Cuidados aos 50 anos – Tempo de ficar preocupada com os efeitos do tempo sobre corpo e mente. Mas não faça dessas preocupações um cavalo de batalha nem se entregue à depressão. A medicina avançou muito. O importante é não descuidar da aparência e aproveitar todas as oportunidades que surgem para desfazer velhos paradigmas e rejuvenescer por dentro e por fora. Os óculos já fazem parte de sua vida, portanto, que sejam de boa qualidade e bonitos. De qualquer forma, não deixe de ir ao oftalmologista anualmente, até para prevenir o glaucoma, principalmente se tiver casos na família. Mais do que nunca é hora de investir numa dieta saudável, com pouca gordura saturada e o mínimo de carne vermelha. Dê preferência à carne branca e ao peixe. Mantenha o consumo regular de alimentos ricos em fibras, ferro e cálcio. Combata e perda de elasticidade da pele e as conseqüentes marcas de expressão, redobrando os cuidados com o sol. Vá ao dermatologista anualmente para avaliação das manchas que começam a surgir e de eventuais lesões permanentes. Mantenha a rotina anual dos seus exames de sangue, que devem incluir testes de glicemia, tireóide e hormonal. A cada cinco anos, a retosigmoidoscopia avalia o cólon ascendente e o reto. A cada dez anos, colonoscopia para ver o intestino todo. Filhos criados é tempo de investir mais em você. Recicle seus conhecimentos, faça cursos de atualização naquilo que mais gosta, aprenda novos idiomas, se já domina algum, junte-se a grupos que possam acrescentar algo de bom à sua vida.

Cuidados aos 60 anos – Muitas mulheres já se aposentaram. Mas nem por isso devem passar a maior parte do tempo em casa, vendo TV. Fique atenta aos sinais da depressão, que costumam ser comum nessa idade, principalmente se a mulher está sozinha. Mantenha o controle de sua vida, aumentando seu círculo de amizades, divertindo-se. Converse com os jovens. Renove-se com eles e fique antenada com o mundo, através da leitura de jornais e de bons livros. Hora de reavaliar os medicamentos até então em uso. Aumentam as possibilidades de catarata e glaucoma, portanto, reforce os cuidados com a visão através de consultas periódicas ao oftalmologista. Sob sol forte, não sai na rua sem óculos escuros. Os exercícios, indispensáveis para a manutenção da capacidade motora, cardiovascular e respiratória em qualquer idade, agora são mais importantes para manter a musculatura ativa e a flexibilidade. Se optar pelas caminhadas, prefira lugares planos e sem muito trânsito. Evite calçadas acidentadas, a fim de evitar quedas ou torções que possam comprometer sua ossatura e ligamentos. Prefira os alimentos ricos em cálcio, desnatados, menos gordurosos. A pele merece os mesmos cuidados para as mulheres de qualquer idade: limpeza, tonificação, hidratação e nutrição, filtro solar com fator FSP alto, insistindo no pescoço e braços, minimizando as manchas solares que costumam aparecer nas costas das mãos e no pescoço, áreas mais vulneráveis por estarem permanentemente descobertas. Mais do que nunca, auto-exame mensal das mamas, mamografia anual (ou semestral, conforme orientação médica) e preventivo de seis em seis meses. Se já passou dos 65, vacine-se anualmente contra a gripe e, se houver necessidade e assim o médico prescrever, contra a pneumonia. Previna quedas, fraturas e manchas roxas mantendo, á noite, uma luz fraca acesa. Tire tapetes e móveis do seu caminho. Após os 65 anos, a tendência é dormimos menos à noite. Se já estiver aposentada, procure compensar dormindo um pouco à tarde. Mantenha-se alerta a qualquer sintoma de disposição fora do normal.

Cuidados aos 70 anos – Se você chegou até aqui, as chances de ir mais além são muitas, principalmente com todos os avanços da medicina no campo da estética e da saúde. Continue mantendo os cuidados pessoais, evite situações que possam levá-las ao estresse e á depressão. Curta-se. Engaje-se em programas culturais e sociais, mantendo sua mente ocupada com coisas agradáveis e novas. Converse com seu médico sobre a continuação da TRH, beba muita água para manter o corpo hidratado, use e abuse dos cremes hidratantes. Continue com a ginástica moderada, as caminhadas e os alongamentos. As frutas cítricas devem ser consumidas com mais moderação. Insista nas fibras. Protetor solar mais do que nunca, não saia de casa sem ele. Fique de olho nas pintas que mudam de cor ou que aparecem, inesperadamente, de forma saliente. Não durma sem limpar, tonificar a pele do rosto, o mesmo cuidado com mãos, que tende a ressecar-se com mais facilidade. Use e abuse dos hidratantes corporais. Medida da pressão arterial mensal ou sempre que necessário, fique atenta aos possíveis sinais de demência, depressão, incontinência urinária, déficits de percepção (audição, visão). Vacine-se contra gripe todo ano e, a cada cinco anos, contra a pneumonia.

Dr. José Alexandre Portinho
Fonte: Mulher Saúde

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